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terça-feira, 30 de março de 2010

Desventuras pra comer em Barão Geraldo

Eu (também conhecida como Picles) e Ariel (também conhecida como Cenoura) [dá pra fazer salada] combinamos de jantar no McDonalds sexta. Era uma boa porque tinha sido uma semana do cão e eu merecia ficar gorda, ainda mais depois de fazer compras de TPM: talento 50% cacau, Heinekken, Coca-cola 600ml, Doritos médio e queijadinha.
Saí da aula de grego, maior empolgada, já prevendo meu pedido com direito a sunday etc. Recebi a mensagem da Ariel falando pra buscar o guarda-chuva dela em casa antes. Não que precisasse pedir, porque o céu já estava ameaçador. Parei em casa, o telefone logo tocou. Era a Patty. Isso é mal de todas as pessoas que são mães: ligar quando estamos com pressa. Minha mãe vive fazendo isso, quando não resolve ligar bem na hora que estou me servindo no bandejão ou abrindo o cadeado de casa.
Enfim, deu um raio que interrompeu a ligação da Patty e eu aproveitei a deixa pra sair correndo de casa. andei dois quarteirões, quando a Ariel ligou. Juro, não dava pra entender nada que ela falava, parecia que a água estava abafando a voz dela, como se tivesse entrando água por onde ela fala no celular. Só entendi que a chuva tinha caído tensamente lá pra cima, perto da Fisk (embora onde eu estava ainda nem estava pingando). De qualquer forma deu pra entender:
- To muuuuuito molhada! Volta! Volta!!!
Daí voltei pra casa, esperei, escutando as trovoadas e assistindo ao show de raios pela janela. Dava medo, cara! Quando a Ariel chegou e abriu a porta, pensei que ela tinha resolvido nadar na fonte da Biologia, com roupa mesmo. Mandei ela ir pro banho.
Nossa ideia de McDonalds tinha ido por água abaixo, literalmente.
Só o que restava era pedir pizza. O único problema é que minha única forma de pagamento era cartão de débito, ou seja, nem vira. Ainda jutamos as moedas e o dinheiro da Ariel pra ver se dava - e de acordo com o cardápio que tinha em casa, dava - mas ligamos no disk pizza e ia faltar uns dois reais. DOIS REAIS!!!
Okay, ninguém queria cozinhar: primeiro porque era sexta a noite, segundo porque tínhamos cozinhado no almoço já (aliás uma super receita hein).
Pensei... vou no DCE comprar lanches pra gente. Advinha só? chegando lá a moça do caixa disse que eles não faziam mais lanches! Comer salgado? Nem pensar.
Voltei de mãos abanando, querendo amaldiçoar São Pedro, com razão. Então optamos por jantar no StarClean, que foi a melhor ideia que tivemos, porque o lanche:
a) era muito barato;
b) era muito bom;
c) acompanhava fritas por mais 2 reais;
d) e ainda dava pra ver a movimentação universitária do StarClean;

Sorte que ficamos com a melhor opção: alternativa E
e) todas as anteriores.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Planeta 51

Senti que o último post da Mermaid foi um desafio! Como assim só ela escreve tudo tintim por tintim? E eu? Humpf!
Já que é assim vou narrar o épico de ontem pra chegar no Shopping Dom Pedro... Eram umas 17h quando a Malu me ligou já enfesada pra saber que horas eu ia chegar de volta em casa. Eu estava num dos infinitos ensaios do Coral Ziper na Boca, enquanto ela e a Ju me esperavam (e os amigos dela, consequentemente também esperavam). Cheguei de volta quase 18h, depois da via sacra que a minha carona quis fazer, inclusive entregar a carteirinha de plano de saúde pra sogra! Enfim, cheguei e mal deu tempo de trocar de roupa - se bem que ficamos uns quase 15 minutos esperando o Carlão, vulgo Americano, em frente de casa.
O mais fácil era esperar qualquer ônibus que fosse pro terminal, bem na esquina de casa, mas tivemos a brilhante ideia de ir até a farmácia da Av. 1 esperar o 2.10! Ótimo, dava tempo de ter visto um filme e nada do lendário ônibus passar. Até o Carlão desistiu de esperar com a gente, sob a desculpa de ter esquecido de tomar um remédio ¬¬ sei. Voltamos para a Av. 2 e nada de passar outro ônibus, aí apelamos pro táxi, coisa que já devíamos ter feito logo de cara.
Descemos logo no Starbucks, onde os amigos da Malu ficaram nos esperando e aliás é nessas horas que começo a detestar coincidências. Eu e a Ju precisávamos passar no banco ainda, antes de fazer compras e entrar na fila do cinema. Advinhem como estava o Dom Pedro em pleno feriado e ainda por cima mês de dezembro? O formigueiro. Mesmo tendo que fazer curvas e curvas pra passar nos corredores, a Ju ainda queria ver as vitirnes pra ver se tinha alguma ideia do que comprar pra sua Envenenada Secreta. E nessas de ir no banco e ver presentes, encontrei até o Charlie, o verdadeiro, e depois claro que eu ia falar pra Pri, afinal ela se recusou a ir comigo no shopping!
Comprado o presente da Envenenada Screta da Ju, descemos pro cinema descobrir quais eram as opções - que aliás não estavam nada animadoras. No fim escolhemos "Planeta 51" e entramos na fila. Quer dizer... eu, a Malu e a Ju entramos na fila, porque os meninos quiseram usar a maquininha de cartão pra comprar ingresso e demoraram mais que a gente! Ainda ia sobrar uns 40 minutos até a hora do filme, que aproveitei pra ir buscar a encomenda das maçãzinhas. Quase matei a Malu. Só proque a perna dela é longa, ela acha que a gente consegue andar no mesmo ritmo! Olha, nem correndo dava pra acompanhar. Mas peguei finalmente a parada lá e descemos pra praça de alimentação em busca de extinguir a nossa fome.
Depois, direto pro cinema - ou quase. Pra quem não sabe "Planeta 51" se trata de uma animação infantil =D. Os alienígenas verdes com anteninhas e tal, aí chega um humano no planeta deles, que é considerado o alienígena. Mas a cena que marcou foi quando o Humano estava só de toalha (iam tirar o cérebro dele), aí a toalha cai e o serzinho verde diz:
- Nossa, que lugar estranho pra ter uma antena...
Oo'
Só sei que a Malu teve um ataque de riso do meu lado e não parava. Filme acabado, a Ju ainda fez um dos meninos buscar uma sacolinha pra por o McCheddar que a ela não tinha terminado. De volta ao épico de esperar um ônibus - e desta vez o 2.10 resolveu aparecer! Aí descemos na frente do Pepe Loco e voltamos o resto a pé... mas, calma que ainda não acabou.
Ainda tive que aguentar o Carlão por alguns quarteirôes me zoando porque eu tinha perdido o meu anel no cinema, o meu anel de coquinho que nunca serve! É, é carma, outro dia foi a pulseira que estourou na festa, desta vez o anel que caiu. Se bem que a pulseira valeu à pena perder, rs.
E como se não bastasse a Malu, ainda cheia de energia, resolveu apertar campainhas alheias tarde da noite, só pra atrapalhar o estudo alheio. E nessas de "tocar a campainha e sair correndo", ela até torceu o pé. Isso que dá! rs
Mas o bom é que todo mundo comprou o presente da Envenenada Secreta, eu entreguei as maçãs de cabelo pra quase todas e ainda temos uma sugestão de filme para breve: a Princesa e o Sapo, acho que esse todas tem que assistir, né?
Até mais, na noite hawaiana! (sim, prefiro hawaianas, nem ligo pras anatômicas =P)